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Inovação e Mercado

Projetos de iniciação científica podem ajudar a abrir portas no mercado de trabalho

Por Equipe Cães&Gatos
iniciação científica
Por Equipe Cães&Gatos

Aprimorar o conhecimento adquirido durante a graduação e preparar o estudante para a vida profissional. Esses são os principais objetivos da iniciação científica, escolha e oportunidade vivenciadas por alguns graduandos de Medicina Veterinária. Mas o que, de fato, ter essa experiência no currículo auxilia no mercado de trabalho e na evolução profissional como um todo?

Por sua vivência em acompanhar alunos em iniciação científica, entrevistamos o professor doutor do curso de Medicina Veterinária, Empreendedorismo e Inovação, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), pesquisador bolsista de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora no CNPq nível 2 e coordenador do Grupo de Pesquisa e Extensão em Equídeos e Saúde Integrativa da UFAL, Pierre Barnabé Escodro.

O docente elucida que o objetivo principal das bolsas de iniciação científica é conectar o aluno da graduação em Medicina Veterinária com a área de pesquisa, buscando promover a interação da formação do futuro profissional com geração e produção de conhecimento à sociedade nos diversos segmentos. “Existem, basicamente, dois programas de bolsa de iniciação: O PIBIC, que é o programa de bolsa de iniciação científica propriamente dita, com foco na área de pesquisa e docência; e o PIBITI, que é o programa de bolsa de iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, que tem um foco de conexão do aluno com P&D em empresas privadas e instituições públicas”, discorre.

O docente conta que, para o estudante conseguir uma dessas bolsas, é preciso estar atento, já que são abertos editais institucionais anuais, com fomento de bolsas, de forma nacional pelo CNPq e estadual pelas FAP´s. “Aqui, em Alagoas, também temos um excelente trabalho em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (FAPEAL). Destaco, além de tudo, que o aluno tem que ter mérito acadêmico para participar e boa pró-atividade”, salienta.

Escodro compartilha que os planos de trabalho das bolsas de IC duram 12 meses, com atividades e entregas a serem definidos no projeto inicial, normalmente, com pesquisas clínicas, comportamentais, nutricionais  e de desenvolvimento de produtos e processos para animais. Ele ainda comenta que, nacionalmente, nas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), apenas os docentes com doutorado podem coordenar os projetos, por  terem mais experiência no desenvolvimento de pesquisas, produtos e processos para a sociedade. 

Para conhecer relatos de veterinários e graduandos de Medicina Veterinária que passaram por essa experiência, acesse, gratuitamente, nossa revista on-line e leia a reportagem completa. Clique aqui.

(Foto: C&G VF)

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD.

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