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Apetite seletivo em cães: como a nutrição pode ajudar

Purina Pro Plan Paladar Exigente aposta em sabor especial, alta proteína, densidade de nutrientes e grãos diferenciados para estimular a aceitação

Apetite seletivo em cães: como a nutrição pode ajudar
Por Danielle Assis
21 de outubro de 2026

A seletividade alimentar é um problema enfrentado por muitos responsáveis por cães, que se veem à frente de pets que se recusam de forma consistente a consumir determinados alimentos, ao mesmo tempo que apresentam interesse por outras alternativas alimentares, como petiscos ou comida caseira. 

Esse quadro é diferente da redução de apetite, que envolve uma queda global da ingestão de alimento, muitas vezes, acompanhada de outros sinais clínicos, como apatia, perda de peso, alterações gastrointestinais e mudança de comportamento. 

As causas para a seletividade costumam ser multifatoriais. De acordo com Priscila Rodrigues, gerente de informação veterinária de Nestlé Purina, entre elas estão fatores comportamentais e de manejo, como:

  • Oferta frequente de petiscos e troca constante de alimento; 
  • Estresse e mudanças de rotina; 
  • Preferências próprias de aroma, sabor e textura; 
  • Palatabilidade, formato e densidade de nutrientes dos alimentos. 

Antes de diagnosticar um animal com seletividade alimentar o médico-veterinário precisa descartar causas clínicas. 

“Dor, alterações orais ou doenças sistêmicas também podem se manifestar como recusa alimentar. Quando o fator determinante é a palatabilidade e as características do alimento, a escolha de uma fórmula pensada para cães exigentes faz diferença”, afirma. 

Se for confirmada a seletividade, o desafio se torna oferecer um alimento completo que seja, ao mesmo tempo, atraente e nutritivo. Ciente desses desafios, o Purina Pro Plan Paladar Exigente foi criado.

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Priscila Rodrigues, gerente de informação veterinária da Nestlé Purina (Foto: Cães&Gatos)

O papel dos responsáveis na seletividade alimentar 

É comum que a seletividade alimentar seja associada apenas às características dos alimentos, porém os responsáveis por cães podem influenciar diretamente o problema. 

Conforme explica Priscila, no dia a dia, a oferta frequente de petiscos e comidas caseiras, a substituição do alimento sempre que o pet recusa e o hábito de oferecer alternativas mais palatáveis podem acabar reforçando a seletividade, visto que o animal aprende que, ao recusar, receberá algo mais atraente. 

“Estabelecer consistência na rotina alimentar é um dos pilares para prevenir e manejar esse comportamento. E, para que o responsável consiga manter essa consistência, ajuda muito ter um alimento que já seja, por si só, saboroso e completo. O Purina Pro Plan Paladar Exigente foi pensado para isso: unir alta palatabilidade e nutrição completa, reduzindo a tentação de recorrer a substituições”, diz.

Mudanças no ambiente, na rotina da família, a chegada de novos animais e situações estressantes também podem contribuir para o quadro. 

Devido a isso, é fundamental manter um ambiente tranquilo, com local de alimentação adequado e horários previsíveis. Segundo a gerente, esse cuidado favorece uma relação mais estável com a comida.

Confira o artigo completo “Apetite seletivo em cães: como a nutrição pode ajudar”, na íntegra e sem custo, acessando a página 52 da edição de outubro (nº 326) da Revista Cães e Gatos.