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    Estudo aponta que crianças dormem melhor quando deitam ao lado de seu pet

    Todos já sabemos da importância da relação humano-animal, inclusive com crianças. Mas um estudo revela, especificamente, que deixar as crianças dormirem junto com os animais de estimação – desde que com supervisão e mantendo a segurança – pode ser benéfico para a saúde e para o sono das crianças. A investigação é de um grupo de pesquisadores da Universidade Concórdia (Canadá) sobre o assunto. A equipe concluiu que adormecer ao lado de pets pode ser uma boa estratégia para ajudar as crianças a dormirem melhor.

    Estudo aponta que crianças dormem melhor quando deitam ao lado de seu pet
    Equipe Cães&Gatos
    Equipe Cães&Gatos
    26 de maio de 2021

    Todos já sabemos da importância da relação humano-animal, inclusive com crianças. Mas um estudo revela, especificamente, que deixar as crianças dormirem junto com os animais de estimação – desde que com supervisão e mantendo a segurança – pode ser benéfico para a saúde e para o sono das crianças. A investigação é de um grupo de pesquisadores da Universidade Concórdia (Canadá) sobre o assunto. A equipe concluiu que adormecer ao lado de pets pode ser uma boa estratégia para ajudar as crianças a dormirem melhor.

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    Eles analisaram os hábitos de sono de 188 crianças e adolescentes, de 11 a 17 anos, e perceberam que cerca de metade deles compartilhava a cama com animais de estimação. O objetivo era entender como esse comportamento impactava na qualidade do sono. 

    Sucesso da prática depende tipo de apego ao animal, presença de ansiedade ou problemas de sono (Foto: reprodução)

    Os pesquisadores observaram que deitar junto com cão, gato ou coelho ajuda as crianças na hora de dormir. Isso porque elas enxergam os animais de estimação como “amigos” e tê-los por perto durante a noite funciona como uma “segurança”, que ajuda a aliviar os medos noturnos.

    Para chegar a essa conclusão, os participantes da pesquisa foram monitorados enquanto dormiam, com a ajuda de aparelhos que mediam ondas cerebrais, níveis de oxigênio no sangue, frequência cardíaca, fluxo de respiração e movimentação dos olhos e das pernas. Também usaram um rastreador de pulso, para registrar os ciclos de descanso, e um diário de sono por 15 dias. 

    “É possível que a prática seja positiva ou negativa dependendo do tipo de apego ao animal, presença de ansiedade ou problemas de sono, consistência da rotina ou características do animal”, escreveram os autores. 

    Fonte: Revista Crescer, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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