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Pesquisa destaca mudanças na relação entre tutor e pet durante pandemia

Ação foi realizada pela Hill’s Pet Nutrition, em parceria com a Petlove

De maneira atípica, a pandemia modificou e segue modificando inúmeros cenários, principalmente os relacionados aos animais de companhia. Para entendê-lo, a Hill’s Pet Nutrition, em parceria com a Petlove, realizou uma pesquisa sobre alimentação, mudanças de comportamento e principais preocupações dos tutores no período.

De acordo com a iniciativa, 33% dos tutores de cães e gatos notaram aumento de peso do pet e 30% indicam que o pet engordou menos de 3 quilos e 5% que o ganho de peso foi mais do que 3 quilos.

“Alguns fatores como a castração ou a idade do animal influenciam no ganho de peso, mas, de maneira geral, o sobrepeso é uma combinação entre pouco gasto energético e ingestão calórica excessiva. Com a pandemia, muitos tutores deixaram, ou reduziram o tempo, de fazer passeios com seus cachorros, o que pode impactar diretamente na questão do peso”, afirma a médica-veterinária e supervisora de Assuntos Veterinários da Hill’s Pet Nutrition, Brana Bonder.

Por isso, a coordenadora de conteúdo da Petlove, Jade Petronilho, incentiva a rotina de atividades físicas dentro de casa. “Hoje em dia, temos muitos produtos no mercado pet que ao mesmo tempo que estimulam fisicamente também promovem uma atividade mental e sensorial ao animal, algo fundamental para seu bem-estar”, explica.

Relação é vista como essencial para a saúde mental durante período de isolamento (Foto: reprodução)

Ainda sobre os resultados da pesquisa, também durante a pandemia, 13% dos tutores entrevistados aumentaram a quantidade de alimento oferecida aos seus pets e 31% aumentaram a quantidade de petiscos. “É sempre bom consultar um veterinário para entender a quantidade de alimento necessária para que o pet mantenha uma dieta balanceada. Exagerar nos petiscos, por exemplo, especialmente nesse período do qual o gasto calórico é menor, com menos passeios e atividades, pode fazer com que o animal engorde “, completa Brana Bonder.

Para a prevenção do ganho de peso, Jade explica que os tutores devem acender um sinal de alerta quando sentirem dificuldade de apalpar as costelas e de enxergar com facilidade a cintura do animal. Afrouxar a coleira é um outro ponto de atenção, assim como a forma que o pet caminha, se locomove e respira, explica a especialista.

Comportamento pet

Perante o comportamento do pet, 61% dos tutores notaram mudanças durante a pandemia. A maior parte dos tutores, 45%, percebeu que o animal está pedindo mais carinho que o normal nesse período, 9% repararam que os pets estão mais irritados, 8% que estão comendo mais durante o período e 5% estão fazendo mais bagunça.

Pós pandemia

A pesquisa também ressalta que, atualmente, 73% dos entrevistados estão trabalhando no esquema de home office e existem algumas preocupações com relação aos pets quando a ida para os escritórios voltar a ser comum. “69% dos tutores estão preocupados com o emocional dos pets, 25%, com as dificuldades de conseguir estabelecer uma nova rotina longe e 19% com os cuidados de maneira geral e alimentação”.

Ainda, os cuidadores estão interessados em retomar algumas atividades após o período de isolamento social. “34% querem voltar a passear com seus pets no parque, 32%, nas ruas, 24% querem viajar com os pets e 15% esperam retomar idas aos shoppings e restaurantes pet friendly”, ressalta a pesquisa.

Pós pandemia deverá levar em consideração relação entre tutor e pet (Foto: reprodução)

Novas possibilidades

Por fim, “84% dos entrevistados acreditam que as empresas devem considerar soluções alternativas de trabalho para os tutores de pet no período pós pandemia”. Entre as ideias mencionadas pelos entrevistados, destacam-se a possibilidade de regime de trabalho híbrido, com uma combinação entre trabalho presencial e remoto durante a semana, criação de espaços pet friendly dentro das empresas, horários flexíveis de trabalho e um retorno gradual para os escritórios.

“A pesquisa faz parte do compromisso que a Hill’s e a Petlove têm de estarem próximas dos tutores para entender seus desafios e necessidades e sempre apoiá-los com conteúdo e orientações adequadas, ajudando assim a usufruírem ao máximo a vida ao lado dos seus pets”, finaliza o gerente geral da Hill’s Brasil, Rodrigo Ciaravolo.

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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