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Sons comuns em festas juninas podem gerar uma série de transtornos para os pets

A PremieRpet disponibiliza áudios gratuitos que reduzem o estresse de cães e gatos durante as queimas de fogos comuns nessa época do ano

O mês de junho chegou e com ele uma das comemorações mais típicas dos brasileiros: a festa junina! Famosa pelas comidas típicas, a celebração também é marcada pelos sons de fogos, rojões e outros efeitos sonoros que podem gerar uma série de transtornos para os pets, especialmente aos cães. 

cachorro
Com medo do som dos fogos de artifício, os cães, por exemplo, podem manifestar o incômodo com latidos, agitação, tremor, salivação excessiva e tendem a buscar segurança nos tutores ou procurar um abrigo (foto: reprodução)

 De acordo com o médico-veterinário e supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet, Flavio Silva, é importante saber identificar quando os pets estão assustados e conhecer maneiras para ajudá-los nesse momento de insegurança. “Com o medo do som dos fogos de artifício, os cães, por exemplo, podem manifestar o incômodo com latidos, agitação, tremor, salivação excessiva e tendem a buscar segurança nos tutores ou procurar um abrigo”, afirma. 

 Para ajudar a reduzir o estresse dos cães e gatos durante esse período, a PremieRpet oferece gratuitamente no YouTube três áudios que mascaram e reduzem ruídos de alta, moderada e baixa intensidade. 

 O áudio de baixa intensidade é indicado para reuniões de família ou encontros com poucas pessoas. O de média intensidade, para barulhos próximos ao local em que o pet está (como festas no vizinho, por exemplo). Já o de alta intensidade é recomendado para fogos de artifício a uma curta distância ou festas no mesmo local em que o pet está. 

 Flavio também dá outras dicas para minimizar o desconforto do pet com o barulho de fogos: 

• Acolha o animal em um cômodo fechado e seguro para abafar ao máximo os ruídos dos fogos; 

• Disponibilize uma garrafa pet com petiscos ou cookies. Faça furos e deixe em um local calmo para que eles consigam pegar e degustar (caso o pet não esteja habituado a brincar dessa forma, faça furos maiores); 

• Brinque com o pet para demonstrar que está em um ambiente seguro. Vale investir em atividades para estimular o faro, a “caça” e a alimentação; 

• Se o pet se esconder e não quiser interagir, o mais importante é respeitar o comportamento, observar e esperar o melhor momento para oferecer um ambiente com brinquedos e estímulos positivos; 

• Fique atento aos quitutes juninos! Alimentos que fazem a alegria dos humanos podem ser perigosos para os animais, por isso é preciso resistir aos olhares pidões e não compartilhar as refeições e aperitivos com os pets. Opte por petiscos específicos para eles, como os cookies; 

• E lembre-se: sempre que necessário, consulte um médico-veterinário ou zootecnista especializado em comportamento de cães e gatos. 

Fonte: A.I, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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