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Veterinária dá dicas para adaptar o pet ao uso do colar elizabetano

O também chamado “cone da vergonha” é fundamental durante o tratamento de algumas doenças e, realmente, pode ser desconfortável para os animais. Porém, existem algumas formas de tornar o seu uso mais tranquilo

Veterinária dá dicas para adaptar o pet ao uso do colar elizabetano
Por Danielle Assis
7 de maio de 2025

Muitos animais de estimação já precisaram utilizar o temido colar elizabetano. Essa estrutura plástica em formato similar ao de um cone é importante durante o tratamento de algumas doenças, principalmente as que acometem a região de face e cabeça. Porém, ela está longe de ser confortável. 

A médica-veterinária comportamentalista do Grupo Afrovet, Beliza Mouana Santos, explica que esse produto é recomendado durante cuidados pós-cirúrgicos, nos quais o animal não pode lamber a região, e também é utilizado em tratamentos dermatológicos, oftálmicos e otológicos, evitando que o pet coce a região de cabeça e face. 

Produto é recomendado durante cuidados pós-cirúrgicos, nos quais o animal não pode lamber a região (Foto: reprodução)

“O colar elizabetano mais utilizado é o que possui formato de cone, remetendo ao colar do período histórico Elizabetano. Contudo, com o tempo foram surgindo novas opções, como os colares transparentes, acolchoados e em formato de donut, por exemplo”.

Há ainda diferenças entre os modelos desenvolvidos para cães e gatos. De acordo com a profissional, como os felinos são mais sensíveis a adição de objetos, as opções para eles são mais leves e adaptáveis, para que sejam aceitas com mais facilidade.