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Veterinária destaca os benefícios da relação entre pets e crianças e alerta sobre as responsabilidades

Tutores devem estar atentos à saúde e ao bem-estar do animal para uma convivência saudável

A chegada de um pet na vida das crianças pode contribuir na construção de princípios que irão as acompanhar pelo resto de suas vidas. Por exemplo, para ensiná-las a serem responsáveis e para que vivenciem uma relação de lealdade com um animal. A troca entre os pets e os pequenos também aumenta a autoestima infantil, ajuda a criar um senso de responsabilidade e a combater o sedentarismo, dentre outras vantagens para ambos. 

A convivência com cães e gatos ajuda no alívio do estresse e é considerada uma fonte de apoio emocional às crianças, além de promover um estilo de vida mais saudável e o desenvolvimento cognitivo e da linguagem. Vale destacar, no entanto, que é importante criar condições ideais para que o pet viva de forma sadia, se sinta feliz, seja sociável e que enriqueça a vida da família e da sociedade. 

A Royal Canin defende a posse responsável e estimula a conscientização das responsabilidades e necessidades do pet antes de sua chegada em uma família. Confira as dicas da médica-veterinária Natália Lopes para saber o que se deve levar em conta na hora de decidir se é o momento certo de aumentar os membros da casa. 

“A expectativa de vida de um cão ou gato varia de acordo com a raça e o porte. Para cães pequenos e gatos, a média é de 16 anos, cães médios em média 14 anos, cães grandes, em média 12 anos, e, os cães gigantes, entre 10 e 11 anos”, revela a profissional.. Por isso, é preciso ter em mente que cuidar de um deles demandará compromissos durante toda sua vida. Vale fazer essa pergunta para as crianças antes de optar pela chegada do animal: “Você está pronto para ajudar a cuidar do pet?”. Se a resposta for sim, crie uma lista definindo as responsabilidades que serão da criança, seja brincar diariamente, limpar o xixi etc., para que ela participe do processo e tenha noções de compromisso. 

Antes de adotar, vale perguntar para as crianças “Você está pronto para ajudar a cuidar do pet?”
(Foto: reprodução)

A veterinária também comenta que a guarda responsável inclui o planejamento de cuidados por parte do tutor e custos fixos como uma alimentação adequada, visitas regulares ao veterinário, vacinas, cuidados com a higiene, além da necessidade de exercícios, adestramento e brincadeiras. Esse fator deve ser discutido em família para a tomada de decisão. 

E quando a questão é “cão, gato ou os dois?”. “Se a família optar por receber um pet em casa, é importante buscar conhecer mais sobre as características de cada espécie para fazer uma escolha com base no cotidiano e realidade do núcleo familiar, assim, a chegada do novo membro será mais consciente e cheia de amor”, recomenda Natália. 

Dentro dessa personalidade de cada pet, a profissional lembra que os gatos tendem a ser mais caseiros. “Se você optar por um felino, será necessário, por exemplo, adaptar a casa com telas de proteção e investir em enriquecimento ambiental para que o bichano tenha uma vida segura e saudável”, declara. Já os cães tendem a ser mais ativos. “Se você está estudando a chegada de um cachorro ao seu lar, dentre os cuidados com o animal estão os passeios diários e os banhos frequentes”, adiciona. 

Por fim, consultar um médico-veterinário é um recurso-chave para buscar informações confiáveis. Ele será aliado nos cuidados do pet e pode, até mesmo, recomendar criadores ou ONGs que adotem diretrizes de bem-estar animal.

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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