A Dermatologia veterinária acaba de ganhar um novo aliado: o Atopivet. O lançamento, apresentado pela Dechra, aposta em uma exclusiva tecnologia vestível para transformar o manejo de pacientes com dermatopatias.
O produto, lançado em 22 de abril em cidades simultâneas, chega ao mercado brasileiro com a proposta de oferecer hidratação contínua e suporte à barreira cutânea de cães e gatos.
“Escolhemos essas cidades por serem polos estratégicos da Dermatologia veterinária brasileira. Entre os convidados estiveram especialistas da área, formadores de opinião e parceiros comerciais, que compartilham do nosso entusiasmo pela inovação. Também fizemos a transmissão do evento online nossos clientes e veterinários parceiros. Assim todos tiveram a oportunidade de vivenciar esse momento conosco”, explica Alessandro Orsolini, diretor de marketing LATAM da Dechra.
O Atopivet é uma coleira, que tem como principal proposta a hidratação da pele. Seu foco é restaurar a competência da barreira cutânea, permitindo que a pele volte a reter água e a repelir agressores ambientais de forma contínua.
Diferente de protocolos tópicos, que exigem aplicações frequentes de medicação e dependem da adesão do responsável, a novidade utiliza uma tecnologia inovadora, chamada de Biosfeen®, que garante a entrega de ativos de forma ininterrupta e sem a necessidade de intervenção diária.
“A proposta é simplificar a rotina de cuidados sem comprometer a eficácia”, explica Larissa Salles, gerente de produto pet da Dechra.

Suporte à barreira cutânea
O Atopivet chega como uma nova estratégia para animais que possuem sensibilidade dérmica ou necessidade de hidratação profunda, oferecendo um suporte à barreira cutânea.
Outro diferencial é poder ser usado em cães e gatos. Para isso, está disponível em duas apresentações, que garantem a adequada utilização em animais de diferentes portes.
“Pensando nos felinos, a coleira para porte pequeno foi desenvolvida com um sistema de segurança de liberação sob tração, que se abre automaticamente se o animal ficar preso em algum lugar, reduzindo o risco de estrangulamento”, conta Rafaele Pinhão, coordenadora técnica pet da Dechra.
Além disso, o produto foi desenvolvido para uso contínuo, sendo um pilar fundamental na manutenção e suporte de longo prazo da barreira cutânea.
“O uso é simples e focado na conveniência: uma aplicação única da tecnologia vestível proporciona suporte por até 60 dias”, pontua Pinhão.

Tecnologia inovadora
Entre os destaques da formulação do Atopivet está o Biosfeen®, um extrato lipídico rico em esfingomielina, composto essencial para a formação de ceramidas e para a organização da estrutura da pele.
“Trata-se de uma engenharia de polímero avançada, chamada de matriz de TPU, que atua como um reservatório de ativos, permitindo uma liberação controlada e gradual, garantindo que a tecnologia seja “sentida na pele” por até 60 dias”, cita a coordenadora técnica pet.
Além disso, Larissa conta que essa é primeira tecnologia vestível em forma de coleira, que garante a entrega de ativos de forma ininterrupta e sem a necessidade de intervenção diária.
O produto foi desenvolvido pela Bioibérica após anos de pesquisa e estudos clínicos e chega ao mercado brasileiro como uma solução inovadora, que complementa o manejo dermatológico e apoia o médico-veterinário na rotina clínica.
Mais do que uma nova solução, o lançamento também marca a introdução de um conceito.
“Queremos facilitar a rotina do clínico e melhorar a adesão do responsável, oferecendo uma solução prática e eficaz”, pontua Larissa.

Distribuição nacional
O lançamento já está disponível nos canais de distribuição da Dechra e, em breve, chegará nas principais lojas de todo Brasil.
“Nosso objetivo é atender e disponibilizar o Atopivet em todo o mercado nacional, com foco inicial nos grandes centros, onde a demanda por suporte dermatológico especializado é mais latente”, explica Orsolini.
Embora não seja de venda exclusiva para médicos-veterinários, a Dechra reforça a importância da prescrição profissional para o uso adequado.
“O produto é focado na prescrição profissional para garantir que o paciente receba a recomendação técnica adequada para seu uso”, finaliza o diretor.
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