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O mês é verde, mas o alerta é vermelho: leishmaniose se espalha pelo Brasil e exige prevenção contínua

Leishmaniose avança por todos os estados do Brasil e requer medidas estratégicas de prevenção e testagem para controle

O mês é verde, mas o alerta é vermelho: leishmaniose se espalha pelo Brasil e exige prevenção contínua
Por Danielle Assis
7 de agosto de 2026
Romeika Reis Lima, médica-veterinária, mestre em Medicina Veterinária, especializada em Medicina Felina, diplomada em Dermatologia e membro do Grupo de Estudos sobre Leishmaniose Animal – Brasileish (Foto: Arquivo Pessoal)

A leishmaniose segue sendo uma das zoonoses de maior evidência atualmente. Causada por protozoários do gênero Leishmania, é transmitida através da picada do mosquito-palha, um flebotomíneo que pode picar pessoas e animais. 

Na Medicina Veterinária, é dividida, principalmente, em duas formas, a cutânea ou tegumentar, que afeta a pele, e a visceral, que é a mais comum e severa em cães. De modo geral, o protozoário é capaz de atacar diferentes órgãos vitais, dando origem a sinais clínicos variados e, muitas vezes, inespecíficos. 

No meio urbano, os cães são os principais reservatórios da doença e a campanha Agosto Verde Claro foi criada com a proposta de promover a conscientização sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento da leishmaniose. 

Para trazer um panorama dessa zoonose no Brasil, conversamos com exclusividade com Romeika Reis Lima, médica-veterinária, mestre em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2003), especializada em Medicina Felina, diplomada em Dermatologia e membro do Grupo de Estudos sobre Leishmaniose Animal – Brasileish.

Confira o artigo completo “O mês é verde, mas o alerta é vermelho”, na íntegra e sem custo, acessando a página 12 da edição de agosto (nº 324) da Revista Cães e Gatos.