
A leishmaniose segue sendo uma das zoonoses de maior evidência atualmente. Causada por protozoários do gênero Leishmania, é transmitida através da picada do mosquito-palha, um flebotomíneo que pode picar pessoas e animais.
Na Medicina Veterinária, é dividida, principalmente, em duas formas, a cutânea ou tegumentar, que afeta a pele, e a visceral, que é a mais comum e severa em cães. De modo geral, o protozoário é capaz de atacar diferentes órgãos vitais, dando origem a sinais clínicos variados e, muitas vezes, inespecíficos.
No meio urbano, os cães são os principais reservatórios da doença e a campanha Agosto Verde Claro foi criada com a proposta de promover a conscientização sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento da leishmaniose.
Para trazer um panorama dessa zoonose no Brasil, conversamos com exclusividade com Romeika Reis Lima, médica-veterinária, mestre em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2003), especializada em Medicina Felina, diplomada em Dermatologia e membro do Grupo de Estudos sobre Leishmaniose Animal – Brasileish.

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar.