Opções
Pets e Curiosidades

Profissional mostra como identificar os sinais da Síndrome da Disfunção Cognitiva em pets 

Quadro, frequentemente comparado ao alzheimer em humanos, exige acompanhamento veterinário e cuidados do tutor para garantir o bem-estar do animal

Profissional mostra como identificar os sinais da Síndrome da Disfunção Cognitiva em pets 
Por Cláudia Guimarães
12 de março de 2025

Muitas são as doenças que acometem os seres humanos e, também, os animais de companhia e você já deve ter ouvido por aí que cães e gatos podem ter alzheimer. Mas será que isso é mesmo um fato? E, se sim, a doença atinge os pets da mesma forma que atinge as pessoas?

O diretor geral do Nouvet, Centro Veterinário de nível hospitalar em São Paulo, Thiago Guerreiro Teixeira, explica que o nome correto para este quadro nos pets é Síndrome da Disfunção Cognitiva (SDC). Trata-se de uma condição neurodegenerativa progressiva que afeta cães e gatos idosos, sendo comparável ao alzheimer em humanos, mas não é a mesma doença.

A desorientação é um dos principais sinais do problema. O animal parece perdido em ambientes em que já está acostumado (Foto: reprodução)

Segundo Teixeira, os principais sinais clínicos são: desorientação (o animal parece “perdido” em ambientes familiares), alteração no ciclo de sono (dorme mais durante o dia e fica inquieto à noite), dificuldade em localizar o local correto para urinar ou defecar, perda de interesse por brincar e passear. “Nos cães de pequeno porte e gatos, os sinais de disfunção cognitiva começam a ser observados, em média, a partir dos 10 a 12 anos de idade, com maior prevalência em pets acima de 15 anos”, adiciona.