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Atenção ao período pós-parto ajuda a prevenir problemas em fêmeas e neonatos

Monitoramento diário ajuda a identificar problemas e proporcionar um ambiente saudável para os animais

Atenção ao período pós-parto ajuda a prevenir problemas em fêmeas e neonatos
Por Cláudia Guimarães
24 de janeiro de 2025
Última atualização: 31/01/2025 - 08:07

Fêmeas que estão no período pós-parto precisam de ainda mais atenção e todos os cuidados que temos com elas também reflete em saúde aos filhotes. Uma observação criteriosa e atenta à mãe nas primeiras três semanas pós-parto é essencial para garantir que ela esteja cuidando dos neonatos da devida forma.

O ideal é que a cadela não tenha nenhum contato com outros cães para evitar a propagação de doenças contagiosas aos filhotes (Foto: reprodução)

No livro “Cuidados neonatais e pediátricos de gatos e cães”, escrito por médicos-veterinários renomados e publicado pela Royal Canin, sugerem que é importante deixar uma caixa de parto grande o suficiente para que uma cadela possa se reclinar com os filhotes e deve ter grades ou trilhos para minimizar o risco de esmagamento, principalmente no caso de cadelas de grande porte. Os profissionais explicam que, durante a primeira semana, as cadelas, muitas vezes, relutam em deixar a caixa de parto e, geralmente, devem ser conduzidas com coleira para fazer exercícios de rotina e pausas para evacuação ao ar livre – isso deve acontecer em intervalos curtos de poucas horas.

“Durante as primeiras três semanas, o ideal é que a cadela não tenha nenhum contato com outros cães para evitar a propagação de doenças contagiosas aos seus neonatos”.

Já a gata deve ter uma bandeja sanitária pessoal limpa perto de sua caixa de parto e, normalmente, deve-se permitir que ela fique com seus filhotes em um ambiente calmo e tranquilo, com uma interrupção mínima, exceto para garantir a saúde da fêmea e de seus filhotes. “Outros animais de estimação devem ser mantidos longe do local onde a gata e seus neonatos estiverem alojados”, reiteram.

O guia ainda indica que as fêmeas devem ter livre acesso a um alimento adequado à lactação, com água limpa e fresca à vontade. “Além disso, a vermifugação pode continuar em um esquema regular com o uso de produtos para minimizar ou prevenir a transmissão de formas larvais previamente encistadas por meio do leite, bem como para prevenir novas contaminações do meio ambiente”, consta na publicação.