A Medicina Veterinária do Brasil tem alçado voos internacionais e se destacado em meio a congressos científicos espalhados pelo mundo. Esse reconhecimento mostra o potencial da ciência e dos pesquisadores brasileiros em realizar descobertas, que auxiliam no cuidado e na promoção da saúde aos animais.
Ciente desse potencial, nos últimos 12 anos a PremieRpet investiu R$165 milhões em pesquisa e vem colhendo frutos desse investimento.
No último congresso da Sociedade Europeia de Nutrição Clínica Veterinária (ESVCN), realizado de 16 a 18 de setembro em Nápoles, na Itália, 20 estudos de eficácia clínica financiados e apoiados pela empresa foram aprovados para apresentação, sendo 14 deles em formato oral.
“Isso representa quase 30% de todas as apresentações orais sobre cães e gatos do congresso com o fomento da PremieRpet, o que mostra que alcançamos um patamar de excelência global”, afirma Fabio Maluf, CEO da PremieRpet.
Segundo o CEO, o principal critério usado pela empresa para apoiar um projeto científico é o seu potencial de resolver lacunas clínicas reais e o compromisso de ser realizado a partir do máximo rigor ético e respeitando o bem-estar animal. O resultado disso é que, ao longo desses anos, o apoio de PremieRpet já resultou em 520 estudos e pesquisas publicados.
Além disso, a pesquisa e o desenvolvimento científico representam o propósito e a cultura da empresa, não sendo parte de um departamento isolado, mas sim de um compromisso que permeia toda a estratégia de negócios.
“Nós só conseguimos inovar e ditar tendências no mercado porque temos a ciência como alicerce em todas as nossas decisões. E é assim que mantemos a liderança do mercado nacional”, afirma.

Nutrição clínica como foco
Um dos principais focos da PremieRpet é a nutrição clínica de pequenos animais. Por isso, através de pesquisas e estudos contínuos, ela procura entender como o alimento pode atuar como coadjuvante no tratamento de doenças crônicas complexas.
“Investimos fortemente em estudos sobre ingredientes funcionais, sempre buscando uma nutrição de excelência, que supra todas as necessidades de cães e gatos e construa uma relação cada vez mais próxima, prazerosa e longa entre os responsáveis e seus pets”, afirma.
Para alcançar tais resultados, a companhia conta com um robusto e moderno Centro de Desenvolvimento Nutricional na cidade de Dourado (SP) e realiza parcerias com universidades, centros de pesquisa e pesquisadores independentes.
Esse movimento, de acordo com Fabio, funciona como uma via de mão dupla, que beneficia não apenas a própria PremieRpet, como também os pesquisadores e a Medicina Veterinária global.
“Para se ter uma ideia, já realizamos quase duas mil ações em universidades e colaboramos com 590 hospitais veterinários. Essa sinergia une o rigor acadêmico com a nossa capacidade de transformar descobertas em soluções práticas”, destaca.
Contudo, produzir ciência não é fácil e exige resiliência, tempo, consistência financeira e infraestrutura tecnológica.
Outro desafio encontrado é traduzir a pesquisa básica criada nos laboratórios em soluções aplicáveis em escala industrial, que possam, realmente, chegar aos lares e aos consultórios veterinários.
Com isso, quando a indústria nacional investe na ciência, os pesquisadores têm acesso aos recursos necessários para que suas pesquisas possuam o rigor metodológico exigido internacionalmente.
“Os resultados que colhemos na Europa são a prova viva de que o capital privado, unido às mentes brilhantes da nossa academia, projeta o Brasil como uma potência científica global”, analisa.

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