A Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu que o cachorro da raça American Bully encontrado morto na Praia de Copacabana foi afogado pelo próprio responsável. O crime, ocorrido em 23 de abril, resultou na denúncia de Thiago Mattos Rocha, de 47 anos, por maus-tratos a animais. A brutalidade do ato chocou os investigadores responsáveis pelo caso.
Durante as diligências conduzidas pela 12ª DP, circuitos de câmeras de segurança do bairro registraram o trajeto completo e os últimos momentos de vida do cão, chamado Prince.
Como as imagens de segurança revelaram o crime?
As gravações capturaram o animal saindo animado do condomínio e, minutos depois, sendo carregado no colo pelo responsável em direção à orla. Menos de cinco minutos após entrar na areia, o homem foi filmado retornando sozinho e correndo.
De acordo com depoimentos de garis colhidos pela polícia, turistas que passavam pela praia ainda tentaram socorrer o cão na areia, mas ele já estava morto.

Qual foi a motivação e como ocorreu a fuga?
Cerca de uma hora após o ocorrido, Thiago e a esposa arrumaram as malas e fugiram do apartamento onde residiam. A investigação aponta que o crime ocorreu em meio a desavenças familiares, logo após a sogra do suspeito conseguir uma medida protetiva contra ele.
O homem também foi indiciado por injúria, extorsão e violação de domicílio, e seu paradeiro atual permanece desconhecido pelas autoridades.
Fonte: g1, adaptado pela equipe Cães&Gatos.
FAQ sobre o caso do cachorro em Copacabana
Como a polícia descobriu que o responsável cometeu o crime?
Por meio de circuitos de câmeras de segurança. Os vídeos registraram o homem levando o cão em direção ao mar e, menos de cinco minutos depois, voltando correndo sozinho para o condomínio.
Quem é o suspeito de matar o cachorro na Praia de Copacabana?
O responsável do animal, Thiago Mattos Rocha, de 47 anos. Ele foi oficialmente denunciado por maus-tratos após as investigações comprovarem que ele afogou o próprio cão, um American Bully chamado Prince.
O que aconteceu com o suspeito após o ocorrido?
Cerca de uma hora após o crime, ele e a esposa fizeram as malas e fugiram. A polícia civil aponta que o ato ocorreu após conflitos familiares e uma medida protetiva expedida contra ele, que segue foragido.
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