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Trote com cão comunitário gera indignação e mobiliza apuração em universidade

Denúncia de pintura em animal durante atividade estudantil levanta alerta sobre maus-tratos e responsabilidade institucional

Trote com cão comunitário gera indignação e mobiliza apuração em universidade
Por Equipe Cães&Gatos
1 de abril de 2026

Um possível caso de trote envolvendo a pintura de um cão comunitário gerou forte repercussão nas redes sociais e levou à abertura de apuração interna na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), em Criciúma (SC).

Segundo voluntários da causa animal, o cachorro — que vive no campus — teria sido pintado durante a atividade. 

A prática acendeu um alerta sobre riscos à saúde do animal, como reações alérgicas, intoxicações, irritações na pele, além de estresse e desconforto.

A situação provocou indignação entre internautas. 

“Que vergonha!!!!! Já passou da hora de acharem outras formas de se divertir. Colocar animais nesse tipo de situação é inadmissível e sem respeito algum. Esperamos que os responsáveis sejam devidamente punidos”, diz um dos comentários.

Universidade abre investigação sobre o caso

Em nota oficial, a Unesc informou que o episódio teria ocorrido fora dos limites físicos da instituição, mas confirmou a abertura de um procedimento interno para apurar os fatos e verificar possível envolvimento de estudantes.

A universidade também ressaltou que não compactua com trotes que não sejam solidários e que esse tipo de prática é proibido pelo regimento interno.

O posicionamento reforça que medidas poderão ser adotadas após a conclusão da apuração, respeitando o devido processo legal.

Comunidade acadêmica se manifesta

Entidades estudantis também se posicionaram publicamente sobre o caso. A atlética do curso de Psicologia repudiou o episódio e afirmou não ter qualquer relação com a ação, além de declarar que busca identificar os responsáveis.

Outra atlética, dos cursos de Comunicação, também se manifestou nas redes sociais, classificando a situação como inaceitável e reforçando que esse tipo de prática não representa os valores da comunidade acadêmica.

As manifestações reforçam a pressão interna por esclarecimentos e responsabilização.

Maus-tratos e riscos à saúde animal

Especialistas e protetores alertam que intervenções como pintura em animais podem causar danos físicos e emocionais. 

Produtos químicos podem provocar intoxicações, alergias e irritações cutâneas, além de comprometer o bem-estar.

Além disso, situações de manipulação forçada podem gerar medo, estresse e alterações comportamentais.

O caso reacende o debate sobre limites em atividades universitárias e a necessidade de reforçar práticas de respeito e proteção aos animais.

Fonte: NSC Total, adaptado por Cães & Gatos

FAQ sobre trote com cão comunitário

Pintar animais pode ser considerado maus-tratos?

Sim. Dependendo do caso, pode configurar maus-tratos, especialmente se houver risco à saúde ou sofrimento.

A universidade pode responsabilizar estudantes?

Sim, caso seja comprovado envolvimento, medidas disciplinares podem ser aplicadas.

O que fazer ao presenciar situações semelhantes?

Denunciar aos órgãos competentes e buscar apoio de entidades de proteção animal.