As afecções oculares estão entre os problemas mais frequentes na rotina clínica de cães e gatos, exigindo atenção rápida para evitar complicações que podem comprometer a visão dos animais.
Entre as condições mais comuns, estão as úlceras de córnea e as infecções bacterianas, que demandam tratamento específico e acompanhamento veterinário.
Uma alternativa para auxiliar nesses quadros é o Ciprovet, colírio antibiótico veterinário à base de ciprofloxacina associada ao sulfato de condroitina A.
“Sua formulação foi desenvolvida para proporcionar controle antimicrobiano aliado a uma excelente cicatrização e ação lubrificante, protetora e anti-inflamatória natural, sendo ideal para os processos ulcerativos de córnea”, afirma Viridiana Amado, gerente de marketing Brasil da Labyes.

Segundo a profissional, um dos diferenciais da fórmula é, justamente, a permanência prolongada do colírio sobre a córnea. Isso ocorre devido à viscosidade constante proporcionada pelo sulfato de condroitina A, que assegura maior contato do Ciprovet com a superfície ocular.
Outro ponto destacado é o suporte à cicatrização corneana.
“O sulfato de condroitina A auxilia na organização da cicatrização corneana. Com isso, a recuperação mais organizada das fibras da córnea pode favorecer maior transparência da superfície ocular após o processo cicatricial, um aspecto especialmente importante em pacientes acometidos por úlceras de córnea”, relata.
Além disso, o produto foi desenvolvido especialmente para a Oftalmologia veterinária e considerando as necessidades específicas dos cães e gatos.
Orientação de uso
A linha oftálmica da Labyes surgiu a partir da necessidade de oferecer soluções que associam eficácia terapêutica, conforto ocular e praticidade de administração.
Deste modo, o Ciprovet pode ser utilizado de forma isolada ou associado a outros colírios e medicamentos, dependendo da gravidade da lesão, da presença de inflamação e das características clínicas do paciente.
“A definição do protocolo terapêutico deve ser realizada pelo médico-veterinário responsável, sendo fundamental respeitar corretamente os intervalos entre as aplicações e o período de tratamento indicados para garantir a eficácia terapêutica”, destaca Viridiana.
Com relação às contraindicações, a única restrição de uso é em animais que possuem hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.
“Qualquer tratamento oftálmico somente pode ser definido sob orientação do médico-veterinário, especialmente em casos mais graves, profundos ou de origem não bacteriana”, pontua a gerente.

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