Ter um médico-veterinário de confiança passa mais tranquilidade ao tutor de pet, afinal, estamos entregando nossos “filhos” nas mãos desses profissionais, não é mesmo? Por isso, a escolha por um profissional e de uma clínica deve ser feita com responsabilidade.
A caixa de transporte, utilizada para levar o felino à clínica, representa uma ameaça ao pet e, na visão do bichano, o tutor – que normalmente é tão paciente e amável – se torna um caçador implacável que persegue o animal por toda a casa para colocá-lo dentro da caixa. Então, o desafio já começa por aí.

“O tutor acaba pegando o gato, às vezes com grande dificuldade; especialmente se ele se escondeu debaixo da cama ou na parte superior de um armário, antes de empurrá-lo para aquela caixa-transporte insípida, que é rapidamente fechada antes que o prisioneiro possa escapar”, comentam os veterinários autores da Enciclopédia do Gato, publicada pela Royal Canin.
Depois disso, como citado pelos profissionais, vem a jornada, longa ou curta, durante a qual o gatinho é fechado em sua gaiola, tomado por cheiros que não são tranquilizadores nem atraentes, atormentados por estímulos sensoriais assustadores e muitas vezes vistos por todos, incluindo cães, que são potenciais predadores.
“Não é de admirar que este tipo de tratamento, geralmente, leva seu gato a perder o controle intestinal, ou a babar por puro medo”, indicam.
